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Papo de coração furado
Este coração, bate.
sexta-feira, novembro 12

      And everytime I see your face
        the oceans lead out to my heart.

   Eu visto minha armadura, respiro fundo e penso comigo mesma que estou pronta para lutar. Eu sou invencível, sou forte. Não me deixo abalar tão facilmente, enfrento meus inimigos e meus fantasmas sempre com o queixo erguido, olho por olho, dente por dente. Mas é tudo uma mentira. No fundo eu sei que essa não sou eu, eu sei que sou fraca, sou sensível. Tento não me importar com certas coisas, mas me flagro remoendo situações indefinidas vezes, até cansar. Se cometo um erro ou um deslize, simplesmente não me perdoo. Talvez eu seja meu pior castigo. Não me deixo sentir, nem agir. Tenho medo das feridas que não posso ver. Não sei lidar com coisas que não consigo enxergar. Se eu gosto de você, não tenho completa certeza. Nunca estou convicta dos meus sentimentos. Não sei amar, nem ser amada, nem ser amável. Mas eu realmente espero que a vida me ensine. Eu quero ser capaz de sentir tudo com a maior pureza. Eu quero que meus batimentos acelerem, que minha mão comece a suar, que eu perca a sequência das palavras; fique muda. Quero saber como é precisar apenas de um sorriso para estar feliz, de um simples abraço, de três palavras. Quero olhar para alguém e ter certeza de que é a pessoa certa. Quero assistir um filme de terror e ter alguém do lado que aperte minha mão quando eu estiver com medo, diga-me que tudo ficará bem, que ela está bem ali e não irá embora tão cedo. Olhando assim, não parece pedir demais. Não parece custar caro, nem parece difícil. Na verdade é tão simples. A questão é fazer as escolhas certas. Mas infelizmente eu nunca faço. Devo ser do tipo "do contra". Acho que eu devo gostar de desafios, porque eu sempre gosto de quem não gosta de mim.